terça-feira, 8 de maio de 2012


EDUCAR O EDUCADOR

De um professor espera-se, em primeiro lugar, que seja competente na sua especialidade, que conheça a matéria, que esteja atualizado. Em segundo lugar, que saiba comunicar-se com os seus alunos, motivá-los, explicar o conteúdo, manter o grupo atento, entrosado, cooperativo, produtivo. Muitos se satisfazem em ser competentes no conteúdo de ensino, em dominar determinada área de conhecimento e em aprimorar-se nas técnicas de comunicação desse conteúdo. São os professores bem preparados, que prestam um serviço importante socialmente em troca de uma remuneração, em geral, mais baixa do que alta.Na educação, escolar ou empresarial, precisamos de pessoas que sejam competentes em determinadas áreas de conhecimento, em comunicar esse conteúdo aos seus alunos, mas também que saibam interagir de forma mais rica, profunda, vivencial, facilitando a compreensão e a prática de formas autênticas de viver, de sentir, de aprender, de comunicar-se. Ao educar facilitamos, num clima de confiança, interações pessoais e grupais que ultrapassam o conteúdo para, através dele, ajudar a construir um referencial rico de conhecimento, de emoções e de práticas.Esse texto pra mim fala exatamente como  o professor deve ser dentro da sala de aula com seus alunos, em primeiro lugar para mim ele tem que gostar de dar aula pois se não gostar os alunos também nunca vão gostar.Precisam ser competentes, mostrar a diferença dentro e fora da sala de aula, que saiba interagir com os alunos, e que faça com que eles gostem daquela aula e do professor em si também, pois ai terá uma boa relação entre professor e aluno que é muito importante.

REFERÊNCIA: MORAN, Jose Manuel; MORAN, Jose Manuel; MORAN, Jose Manuel. Educar o educador. Disponível em: <www.inca.org.br>. Acesso em: 08 maio 2012.  

domingo, 22 de abril de 2012

OBJETOS DE APRENDIZAGEM


     Objetos de Aprendizagem são definidos como "qualquer entidade, digital ou não digital, que possa ser utilizada, reutilizada ou referenciada durante o aprendizado suportado por tecnologias".
No processo de aprendizagem os alunos passam por várias etapas: relacionam novos conhecimentos com os que já sabiam, fazem e testam hipóteses, pensam onde aplicar o que estão aprendendo, expressam-se por meio de várias linguagens, aprendem novos métodos, novos conceitos, aprendem a ser críticos sobre os limites de aplicação dos novos conhecimentos, etc. A vantagem dos objetos de aprendizagem é que, quando bem escolhidos, podem ajudar em cada uma dessas fases.
A principal característica deste meio, os objetos de aprendizagem, é sua re-usabilidade, que é posta em prática através desses repositórios, que armazenam os objetos, mas antes de tudo é bom frisarmos que o conhecimento que possuímos é resultado do aprendizado que temos a partir de todas as experiências pelas quais passamos ao longo de nossas vidas. E cada experiência é vivida de forma diferente, pois todos somos pessoas diferentes.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Os jogos e brincadeiras na educação infantil

Com brincadeiras e jogos o espaço escolar pode-se transformar em um espaço agradável, prazeroso, de forma a permitir que o educador alcance sucesso em sala de aula. Nós, educadores temos que ser multifuncionais, ou seja, não apenas educadores, mas filósofos, sociólogos, psicólogos, psicopedagogos, recreacionistas e muito mais, para que possamos desenvolver as habilidades e a confiança necessária em nossos educandos.
Com relação ao jogo, Piaget (1998) acredita que ele é essencial na vida da criança.  De início tem-se o jogo de exercício que é aquele em que a criança repete uma determinada situação por puro prazer, por ter apreciado seus efeitos. Em torno dos 2-3  e 5-6 anos nota-se a ocorrência dos jogos simbólicos, que satisfazem a necessidade da criança de não somente relembrar mentalmente o acontecido, mas de executar a representação.
As brincadeiras devem acompanhar a criança da educação infantil, pois nesse período da vida da criança, são relevantes todos os aspectos de sua formação, pois como ser bio-psico-social-cultural dá os passos definitivos para uma futura escolarização e sociabilidade adequadas como membro do grupo social que pertence. 

O desenvolvimento infantil

Para entender o processo de desenvolvimento infantil é importante em primeiro lugar, fazer uma distinção entre crescimento e desenvolvimento. O crescimento está ligado nos atributos que podem ser medidos e quantificados como o peso ou a altura. O crescimento é, em síntese, aquilo que se pode medir no desenvolvimento, em alguns casos é o que permite a avaliação desse desenvolvimento.
O termo desenvolvimento é mais abrangente se refere aos avanços que o ser humano empreende ao passar por determinadas experiências reagindo a elas e conseqüentemente modificando-se.
O desenvolvimento trata-se de um processo único em que se alternam períodos menos ativos em que os avanços ou ganhos de uma fase influem decididamente nas posteriores. È como uma linha em espiral em que há avanços progressivos e retrocessos.
Todos os aspectos do desenvolvimento estão intimamente ligados e exercem influencia uns sobre os outros. Em cada ato ou atividade da criança se percebe a existência dos diferentes aspectos que formam sua personalidade.

A aprendizagem na educação infantil

          Através das atividades de aprendizagem, a criança é desafiada a ir ao encontro do novo, produzir, elaborar e reelaborar conhecimentos, sendo o Professor o mediador desse processo. Sendo aquele que planeja as atividades produtivas para estabelecer a aprendizagem, a investigação e a pesquisa que orientam as mudanças de conceitos.
Para que a aprendizagem aconteça é necessário que se institua em um ambiente onde o ajustamento afetivo seja a condição primordial. Os estudos dos teóricos sobre afetividade e a partir de pesquisas perceberam a interação que existe entre o ambiente familiar e a escola como o segundo ambiente socializado.
Portanto, a criança deverá sentir-se segura, acolhida e protegida por todos envolvidos no seu processo de aprendizagem; e para tanto é necessário que a família, comunidade e escola estejam sempre presentes. 

         Assim, uma criança que cresce em um ambiente de discórdias pode sofrer duas reações, ou ela segue o exemplo de seus pais porque viu, aprendeu e não soube em sua adolescência que é uma fase de escolhas. Ou segue o exemplo de outras pessoas. Mas o importante é que siga o caminho da aprendizagem.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Eu ja trabalho a 1 mês como auxiliar de educaçao infantil, é a minha primeira experiencia nunca trabalhei antes como auxiliar, eu estou gostando muito de poder trabalhar com as crianças, é muito prazeroso acordar todos os dias e poder trabalhar com eles. Aqui postarei a minha experiencia com a educação infantil.

terça-feira, 20 de março de 2012

Educação Infantil no Brasil


No Brasil Escravista, a criança escrava entre 6 e 12 anos já começa a fazer pequenas atividades como auxiliares. A partir dos 12 anos eram vistos como adultos tanto para o trabalho quanto para a vida sexual. A criança branca, aos 6 anos, era iniciada nos primeiros estudos de língua, gramática, matemática e boas maneiras. Vestia os mesmos trajes dos adultos.
As primeiras iniciativas voltadas à criança tiveram um caráter higienista, cujo trabalho era realizado por médicos e damas beneficientes, e se dirigiram contra o alto índice de mortalidade infantil, que era atribuídas aos nascimentos ilegítimos da união entre escravas e senhores e a falta de educação física, moral e intelectual das mães.
Com a Abolição e a Proclamação da República, a sociedade abre portas para uma nova sociedade, impregnada com idéias capitalista e urbano-industrial.
Neste período, o país era dominado pela intenção de determinados grupos de diminuir a apatia que dominava as esferas governamentais quanto ao problema da criança. 
Percebemos que a educação não era tratada por um órgão somente, era fragmentada. A educação se queixava da falta de alimentação e das condições difíceis das crianças. Nesse quadro, a maioria das creches públicas prestava um atendimento de caráter assistencialista, que consiste na oferta de alimentação, higiene e segurança física, sendo muito vezes prestado de forma precária e de baixa qualidade enquanto as creches particulares desenvolviam atividades educativas, voltadas para aspectos  cognitivos, emocionais e sociais. Consta-se um maior número de creches particulares, devido à privatização e à transferência de recursos públicos para setores privados. 

 Acesso em 20 de março disponivel em http://www.uff.br