Educação Infantil no Brasil
No
Brasil Escravista, a criança escrava entre 6 e 12 anos já começa a fazer
pequenas atividades como auxiliares. A partir dos 12 anos eram vistos como
adultos tanto para o trabalho quanto para a vida sexual. A criança branca, aos
6 anos, era iniciada nos primeiros estudos de língua, gramática, matemática e
boas maneiras. Vestia os mesmos trajes dos adultos.
As primeiras iniciativas voltadas à
criança tiveram um caráter higienista, cujo trabalho era realizado por médicos
e damas beneficientes, e se dirigiram contra o alto índice de mortalidade
infantil, que era atribuídas aos nascimentos ilegítimos da união entre escravas
e senhores e a falta de educação física, moral e intelectual das mães.
Com
a Abolição e a Proclamação da República, a sociedade abre portas para uma nova
sociedade, impregnada com idéias capitalista e urbano-industrial.
Neste
período, o país era dominado pela intenção de determinados grupos de diminuir a
apatia que dominava as esferas governamentais quanto ao problema da criança.
Percebemos que a
educação não era tratada por um órgão somente, era fragmentada. A educação se
queixava da falta de alimentação e das condições difíceis das crianças. Nesse
quadro, a maioria das creches públicas prestava um atendimento de caráter
assistencialista, que consiste na oferta de alimentação, higiene e segurança
física, sendo muito vezes prestado de forma precária e de baixa qualidade
enquanto as creches particulares desenvolviam atividades educativas, voltadas
para aspectos cognitivos, emocionais e
sociais. Consta-se um maior número de creches particulares, devido à
privatização e à transferência de recursos públicos para setores privados.
Acesso em 20 de março disponivel em http://www.uff.br
Acesso em 20 de março disponivel em http://www.uff.br
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