domingo, 22 de abril de 2012

OBJETOS DE APRENDIZAGEM


     Objetos de Aprendizagem são definidos como "qualquer entidade, digital ou não digital, que possa ser utilizada, reutilizada ou referenciada durante o aprendizado suportado por tecnologias".
No processo de aprendizagem os alunos passam por várias etapas: relacionam novos conhecimentos com os que já sabiam, fazem e testam hipóteses, pensam onde aplicar o que estão aprendendo, expressam-se por meio de várias linguagens, aprendem novos métodos, novos conceitos, aprendem a ser críticos sobre os limites de aplicação dos novos conhecimentos, etc. A vantagem dos objetos de aprendizagem é que, quando bem escolhidos, podem ajudar em cada uma dessas fases.
A principal característica deste meio, os objetos de aprendizagem, é sua re-usabilidade, que é posta em prática através desses repositórios, que armazenam os objetos, mas antes de tudo é bom frisarmos que o conhecimento que possuímos é resultado do aprendizado que temos a partir de todas as experiências pelas quais passamos ao longo de nossas vidas. E cada experiência é vivida de forma diferente, pois todos somos pessoas diferentes.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Os jogos e brincadeiras na educação infantil

Com brincadeiras e jogos o espaço escolar pode-se transformar em um espaço agradável, prazeroso, de forma a permitir que o educador alcance sucesso em sala de aula. Nós, educadores temos que ser multifuncionais, ou seja, não apenas educadores, mas filósofos, sociólogos, psicólogos, psicopedagogos, recreacionistas e muito mais, para que possamos desenvolver as habilidades e a confiança necessária em nossos educandos.
Com relação ao jogo, Piaget (1998) acredita que ele é essencial na vida da criança.  De início tem-se o jogo de exercício que é aquele em que a criança repete uma determinada situação por puro prazer, por ter apreciado seus efeitos. Em torno dos 2-3  e 5-6 anos nota-se a ocorrência dos jogos simbólicos, que satisfazem a necessidade da criança de não somente relembrar mentalmente o acontecido, mas de executar a representação.
As brincadeiras devem acompanhar a criança da educação infantil, pois nesse período da vida da criança, são relevantes todos os aspectos de sua formação, pois como ser bio-psico-social-cultural dá os passos definitivos para uma futura escolarização e sociabilidade adequadas como membro do grupo social que pertence. 

O desenvolvimento infantil

Para entender o processo de desenvolvimento infantil é importante em primeiro lugar, fazer uma distinção entre crescimento e desenvolvimento. O crescimento está ligado nos atributos que podem ser medidos e quantificados como o peso ou a altura. O crescimento é, em síntese, aquilo que se pode medir no desenvolvimento, em alguns casos é o que permite a avaliação desse desenvolvimento.
O termo desenvolvimento é mais abrangente se refere aos avanços que o ser humano empreende ao passar por determinadas experiências reagindo a elas e conseqüentemente modificando-se.
O desenvolvimento trata-se de um processo único em que se alternam períodos menos ativos em que os avanços ou ganhos de uma fase influem decididamente nas posteriores. È como uma linha em espiral em que há avanços progressivos e retrocessos.
Todos os aspectos do desenvolvimento estão intimamente ligados e exercem influencia uns sobre os outros. Em cada ato ou atividade da criança se percebe a existência dos diferentes aspectos que formam sua personalidade.

A aprendizagem na educação infantil

          Através das atividades de aprendizagem, a criança é desafiada a ir ao encontro do novo, produzir, elaborar e reelaborar conhecimentos, sendo o Professor o mediador desse processo. Sendo aquele que planeja as atividades produtivas para estabelecer a aprendizagem, a investigação e a pesquisa que orientam as mudanças de conceitos.
Para que a aprendizagem aconteça é necessário que se institua em um ambiente onde o ajustamento afetivo seja a condição primordial. Os estudos dos teóricos sobre afetividade e a partir de pesquisas perceberam a interação que existe entre o ambiente familiar e a escola como o segundo ambiente socializado.
Portanto, a criança deverá sentir-se segura, acolhida e protegida por todos envolvidos no seu processo de aprendizagem; e para tanto é necessário que a família, comunidade e escola estejam sempre presentes. 

         Assim, uma criança que cresce em um ambiente de discórdias pode sofrer duas reações, ou ela segue o exemplo de seus pais porque viu, aprendeu e não soube em sua adolescência que é uma fase de escolhas. Ou segue o exemplo de outras pessoas. Mas o importante é que siga o caminho da aprendizagem.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Eu ja trabalho a 1 mês como auxiliar de educaçao infantil, é a minha primeira experiencia nunca trabalhei antes como auxiliar, eu estou gostando muito de poder trabalhar com as crianças, é muito prazeroso acordar todos os dias e poder trabalhar com eles. Aqui postarei a minha experiencia com a educação infantil.

terça-feira, 20 de março de 2012

Educação Infantil no Brasil


No Brasil Escravista, a criança escrava entre 6 e 12 anos já começa a fazer pequenas atividades como auxiliares. A partir dos 12 anos eram vistos como adultos tanto para o trabalho quanto para a vida sexual. A criança branca, aos 6 anos, era iniciada nos primeiros estudos de língua, gramática, matemática e boas maneiras. Vestia os mesmos trajes dos adultos.
As primeiras iniciativas voltadas à criança tiveram um caráter higienista, cujo trabalho era realizado por médicos e damas beneficientes, e se dirigiram contra o alto índice de mortalidade infantil, que era atribuídas aos nascimentos ilegítimos da união entre escravas e senhores e a falta de educação física, moral e intelectual das mães.
Com a Abolição e a Proclamação da República, a sociedade abre portas para uma nova sociedade, impregnada com idéias capitalista e urbano-industrial.
Neste período, o país era dominado pela intenção de determinados grupos de diminuir a apatia que dominava as esferas governamentais quanto ao problema da criança. 
Percebemos que a educação não era tratada por um órgão somente, era fragmentada. A educação se queixava da falta de alimentação e das condições difíceis das crianças. Nesse quadro, a maioria das creches públicas prestava um atendimento de caráter assistencialista, que consiste na oferta de alimentação, higiene e segurança física, sendo muito vezes prestado de forma precária e de baixa qualidade enquanto as creches particulares desenvolviam atividades educativas, voltadas para aspectos  cognitivos, emocionais e sociais. Consta-se um maior número de creches particulares, devido à privatização e à transferência de recursos públicos para setores privados. 

 Acesso em 20 de março disponivel em http://www.uff.br

terça-feira, 13 de março de 2012

Educação infantil

Entende-se criança como um ser diferente do adulto, diferenciando na idade, na maturidade, além de ter certos comportamentos típicos. Porém, tirando a idade, o limite entre criança e adulto é complexo, pois este limite está associado à cultura, ao momento histórico e aos papéis determinados pela sociedade. Estes papéis dependem da classe social-econômica em que está inserida a criança e sua família. Não tem como tratar a criança analisando somente sua ‘natureza infantil, desvinculando-a  das relações sociais de produção existente na realidade
A valorização e o sentimento atribuídos à infância nem sempre existiram da forma como hoje são concebidas e difundidas, tendo sido modificadas a partir de mudanças econômicas e políticas da estrutura social. Percebe-se essas transformações em pinturas, diários de família, testamentos, igrejas e túmulos, o que demonstram que família e escola nem sempre existiram da mesma forma.
Acesso em 13 de março disponivel em http://www.uff.br